"O que para uns é alimento, para outros será um veneno violento."(Lucrécio)

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Instituto girassol

Estive no Site do Instituto Girassol e encontrei um material interessante para as mamães de alérgicos ou alérgicos adultos mesmo que gostam de cozinhar.
O site disponibiliza 3 'apostilas' para download, são elas: Guia prático para diagnóstico e tratamento das
alergias alimentares em pediatria; Receitas culinárias para crianças com alergia alimentar ( festas); Receitas culinárias para crianças com alergia alimentar( nesse são receitas de bolo, pudins, panquecas, sorvete!, pães).
São receitas principalmente sem ovo, sem leite; mas também existem algumas sem soja, sem trigo.

Aproveitem a dica! ;)

Eventos sobre ALERGIA ALIMENTAR



Período: 13 a 14 de Maio de 2011 
Cidade: São Paulo / Brasil 

25 a 27 de agosto de 2011
Centro de convensões do Hotel Matsubara
Paraíso - São Paulo - SP



¿Qué relación tienen las Alergias con las Intolerancias Alimentarias?

terça-feira, 12 de abril de 2011

A Saúde através das fezes: Saiba como identificar problemas | MagraEmergente.com - Sem esforço não existe resultado


A Saúde através das fezes: Saiba como identificar problemas | MagraEmergente.com - Sem esforço não existe resultado


“Pelas leis da natureza todo homem é um produtor e um consumidor, ou seja, se ele consome ele também produz” – Paul Theroux
Prestar atenção nas suas fezes pode ser tão útil quanto checar se está com febre ou com a pressão alta. Pelo cocô é possível descobrir alguns problemas da sua alimentação, da sua saúde, dos seus intestinos e até mesmo de seus níveis de stress e ansiedade.
No momento que o alimento entra na boca, o organismo inicia um processo ultracomplexo para transformá-lo em uma massa pastosa chamada “quimo”. A mastigação, a saliva, a peristalse (contrações involuntárias dos músculos gastrointestinais), as bactérias, o ácido clorídrico, as enzimas digestivas, a bile e outras secreções são responsáveis em transformar os diversos alimentos nessa massa com aparência de sopa de ervilha.
Enquanto acontece a absorção dos nutrientes ao longo do tubo digestivo, os “restos” continuam seu caminho em direção à saída. No intestino grosso as sobras se misturam com água e se forma o bolo fecal – o cocô. Que é constituído de água, fibra insolúvel, alimentos não digeridos (casca de milho e sementes), células mortas, bactérias vivas e mortas, secreções e bile. As células vermelhas mortas também são eliminadas pelas fezes e são as responsáveis pela coloração marrom.
Se o processo acontece como esperado o final é uma visita saudável ao banheiro. Cada pessoa possui suas particularidades quanto ao seu “hábito intestinal” com suas devidas variações de freqüência, horário, consistência, odor e cor. Mas há uma expectativa e um consenso de como os dito cujos devem se apresentar. As fezes devem ter uma consistência cilíndrica e firme, porém macias, serem“encorpadas”, variar de marrom a marrom claro e ter um cheiro característico, mas não fétido. E, devem “sair” sem muito sacrifício.
Nem sempre isso acontece. E vários tipos, formas, cores e odores de cocô podem aparecer:
- O cocô pode ser bem escuro, quase preto, quando sangue já seco de um possível sangramento interno está presente.
- Fezes com muco e com um sangramento mais intenso podem indicar uma alteração mais séria como hemorróidas, colite ou até mesmo câncer e é melhor procurar um médico.
- Dor ao fazer cocô também pode ser sinal de hemorróidas ou falta de fibras.
- Quando você toma muito vinho tinto as fezes também podem ficar bem escuras.
- Alimentos industrializados com corantes muito fortes e intensos podem deixar o cocô mais “colorido”. Assim como a beterraba deixa o cocô vermelho.
- Se o cocô está verde claro pode ser um sinal de excesso de açúcar, frutas e vegetais e uma falta de grãos ou sal.
- Fezes amareladas podem indicar uma infecção por um parasita chamado giárdia, que causa uma diarréia intensa e amarela.
- Quem come muitas folhas e verduras escuras faz cocô verde escuro. Cocô verde também pode ser causado por excesso de ferro na dieta, vindo de complementos alimentares, por exemplo.
- Fezes muito gordurosas são típicas de má absorção e se forem seguidas de muitos gases podem indicar uma má absorção de carboidratos.
- Com relação ao seu formato, cocôs tipo “lápis”: finos e compridos, podem indicar que alguma coisa interna está atrapalhando sua passagem ou que há um baixo consumo de fibras.
- Fezes amolecidas e pastosas e com pedaços de alimentos podem indicar uma intoxicação alimentar, intolerância a lactose, uso de antibióticos e antiácidos e até situações de muita ansiedade.
- Se suas fezes boiam isso signifca que ela tem maior concentração de fibras,então ela é saudável.
- Agora se ela afunda isso significa que ela tem maior concentração de gorduras,logo não é saudável.
- Se o cocô se parece com cocô de cabrito, em bolinhas pequenas e ressecadas, pode ser um sinal de intestino preso. As causas são geralmente falta de fibras, água e consumo em excesso de gordura, fast foods e alimentos industrializados.
- Se o cocô for muito fedido pode ser um sinal de desequilíbrio da flora intestinal (as bactérias saudáveis que moram no intestino e ajudam na digestão) ou um excesso de proteína animal que pode “putrefar”: apodrecer, dentro do intestino.
Alguns alimentos contêm compostos de enxofre, como o repolho e os puns podem ter um cheiro bem forte. Uma pessoa normal solta pum de 10 a 15 vezes durante o dia, mesmo que não os sinta.
Quando alguma coisa não vai bem certamente você vai sentir logo: dores, gases, cólicas, barriga inchada e uma sensação geral de desconforto são sintomas tanto de diarréia como de intestino preso.
Nosso organismo é a máquina mais perfeita que existe e, quando pede uma coisa deve ser atendido. O organismo vai se acostumando com as “negações” e “esperas” e depois de um tempo começa a falhar, causando problemas mais sérios. Portanto, se vier aquela vontade sobrenatural de fazer cocô, pare o que estiver fazendo e atenda seu intestino.
Teste se o seu cocô é saudável:
Ele bóia?
Afundam ( ) 1
Bóiam ( ) 2
Com que frequência você faz cocô?
Uma vez por dia ou dia sim, dia não ( ) 1
A cada 2 ou 3 dias ( ) 2
Qual a consistência?
Macia ( ) 1
Dura ( ) 2
Qual a cor do seu cocô?
Amarelo ( ) 1
Marrom ( ) 2
Como é o cheiro?
Muito fedido ( ) 2
Cheiro de cocô ( ) 1
Qual é o formato?
Tipo cabrito ( ) 2
Pastosa ( ) 1
Tipo banana ( ) 1
Líquidas ( ) 2
Resultados:
6 a 8 pontos – você parece bem saudável
9-10 pontos – Preste mais atenção. Aumente o consumo de frutas e vegetais
11-12 pontos – Cuidado! Talvez seja interessante procurar um médico ou nutricionista.

FONTE: Revista TRIP

segunda-feira, 7 de março de 2011

Reposições para quem precisa


Bem, estou a muito tempo sem fazer postagens por falta de tempo. Mas essa postagem é pra ressaltar a importância de sempre procurar médicos e especialistas no assunto, quando se tem uma alergia ou intolerância alimentar. Simplesmente cortar o que te faz mal, ou o que você desconfia que te faz mal, sem orientação, pode trazer uma perda nutricional que vai te acarretar problemas, como anemias e uma falta de energia muito grande.
Depois de muito tempo, convivendo com isso, fui me acostumando com o mal estar e a falta de disposição e energia ( mesmo com o uso de polivitamínicos) até encontrar, com a ajuda de uma nutricionista, a fórmula que hoje tem sido, a 'fórmula certa'. tenho feito reposição de cálcio, magnésio, ácido fólico e faço uso de um polivitaminico; posso dizer que antes dessa mistura e da dosagem certa, eu não sabia o que era me sentir 'bem' verdadeiramente...claro que minha vida sempre foi vivida de forma normal, mas acordar cansada, passar o dia cansada, e dormir cansada havia se tornado rotina...além disso, uma anemia andava me perseguindo e, ainda que vez ou outra se escondesse, vez ou outra no 'pico da agitação' ela aparecia traiçoeira me derrubando e deixando ofegante em uma simples caminhada. Nos últimos meses, eu tenho me sentido bem, realmente bem, não sou nenhuma mulher maravilha, rsrs, mas uma disposição nova, tem feito parte da minha vida.

sábado, 18 de setembro de 2010

Campanha Aleitamento materno!



     Nós do "Sem leite e sem açucar" estamos conscientes da importância do Aleitamento materno.
E por isso também somos participantes dessa campanha! E nosso objetivo é divulgar e alertar sobre a importância desse gesto. 

Se você tem alguma dúvida ou pergunta a respeito do aleitamento, dos seus direitos como mãe, e a respeito da saúde do seu bebê acesse: 



Alguns benefícios do aleitamento materno:

O leite materno é um alimento completo. Isso significa que, até os 6 meses, o bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). Depois dos 6 meses, a amamentação deve ser complementada com outros alimentos. 
É bom que o bebê continue sendo amamentado até 2 anos ou mais. Quanto mais tempo o bebê mamar no peito, melhor para ele e para a mãe.

Benefícios para o bebê 
- O leite materno tem tudo o que o bebê precisa até os 6 meses, inclusive água, e é de mais fácil digestão do que qualquer outro leite, porque foi feito para ele. 
- Funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças. 
- Além disso, é limpo, está sempre pronto e quentinho. 
- A amamentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê. 
- Sugar o peito é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, ajuda a ter dentes bonitos, a desenvolver a fala e a ter uma boa respiração.
 Benefícios para a mãe 
- Reduz o peso mais rapidamente após o parto. 
- Ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia de anemia após o parto. 
- Reduz o risco de diabetes. 
- Reduz o risco de câncer de mama e de ovário. 
- Pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez nos primeiros seis meses desde que a mãe esteja amamentando exclusivamente (a criança não recebe nenhum outro alimento) e em livre demanda (dia e noite, sempre que o bebê quiser) e ainda não tenha menstruado. 



sábado, 11 de setembro de 2010

Mude seu cardápio e livre-se da intolerância


Por: Carla Nascimento
cnascimento@redegazeta.com.br

Dor de cabeça, ganho de peso, problemas digestivos. Se você tem esses sintomas pode ser vítima da intolerância alimentar, que atinge crianças e adultos e pode ser resolvido com uma simples mudança no cardápio. Nem mesmo alimentos saudáveis devem ser ignorados.

A nutricionista clínica e sanitarista Juliana Couto Gava explica que a intolerância é causada quando o organismo encontra dificuldade em digerir determinado alimento. Ela destaca que a situação é diferente da alergia – quando a substância é tida como invasora do organismo e é atacada pelo sistema imunológico, o que desencadeia uma reação alérgica.

A intolerância alimentar atinge, principalmente, crianças de até 6 anos. Mas também pode fazer parte da vida adulta. A nutricionista e especialista em Terapia Nutricional e Saúde Samira Lecoque Ribeiro diz que leite e derivados, glúten e corantes alimentícios estão entre os principais alimentos que causam intolerância.

Mas é possível acabar com o incômodo, principalmente, quando ele surge nos primeiros anos de vida. “Tem criança que desenvolve a intolerância à lactose, mas depois de cinco anos, com uma dieta isenta de leite e derivados, consegue se livrar do problema”, diz Samira.

Ela afirma que depois de adulto, a intolerância pode ser desencadeada por questões emocionais. “Nos adultos, é chamada de intolerância tardia e geralmente acontece quando a pessoa já tinha a intolerância na infância, mas não apresentava os sintomas. Pode aparecer em adultos jovens, por exemplo, em situação de estresse. Principalmente, quando a pessoa passa a consumir o alimento em excesso”, explica.

Se após ingerir algum alimento os sintomas são mais severos – respiratórios, digestivos ou generalizados –, o diagnóstico pode ser alergia. As alergias alimentares em crianças aumentaram 500% nos últimos 20 anos, segundo uma pesquisa publicada no site do jornal britânico “The Independent”. Na dúvida, a orientação continua sendo procurar um médico.

Até o cheiro do abacaxi faz mal à aposentada

Para a aposentada Iná Gegenhener Gomes, 66 anos, o abacaxi é um problema. Até o cheiro da fruta lhe faz mal. A intolerância começou ainda na infância. “Bastou uma rodela para que eu ficasse empolada, com náuseas e vômitos”, conta. Os sintomas retornaram na adolescência, quando se mudou do interior para a Grande Vitória e passou a consumir a fruta com mais frequência. Hoje nem mesmo uma bala pode ser experimentada pela aposentada. A reação é imediata. “Basta colocar a bala na boca que a ardência começa. Tenho que jogá-la fora”, diz. Ela se lembra de uma festa em seu local de trabalho, quando um colega levou uma carne de porco assada com rodelas de abacaxi. Iná resolveu ajudar na arrumação fatiando o assado e acabou ficando com as mãos inchadas apenas por tocar na fruta. “Há alguns meses meu neto precisou tomar chá da fruta. Tive que usar luvas e máscara para não ter problemas”, relata. É por essas e outras que a aposentada – que não enfrenta problemas com nenhum outro alimento –, não dispensa a tradicional pergunta quando é convidada para uma festa: “É de abacaxi?”. Quando a resposta é positiva, trata de ficar longe do prato.

Tire suas dúvidas
O que é intolerância alimentar?
A intolerância acontece quando o organismo encontra dificuldade em digerir um determinado componente do alimento, seja um açúcar ou uma proteína, por falta ou deficiência da enzima responsável por esse evento. Assim, não há absorção do elemento, levando a alterações digestivas.

Quais alimentos causam intolerância?
Leite de vaca, frutos do mar, conservantes, adoçantes dietéticos, corantes, glúten, etc.

Quais os sintomas da intolerância alimentar?
Dor de cabeça, cólica, diarréia ou prisão de ventre, tontura, náusea, afta, entre outros.

Qual a diferença entre intolerância e alergia?
Na alergia a substância é tida como invasor do organismo, e é atacada pelo sistema imunológico. A reação é facilmente detectada por exames laboratoriais. Os sintomas da alergia, geralmente, são mais severos e imediatos.

É possível evitar intolerância alimentar?
A melhor maneira é deixar de ingerir o alimento.

Ajuda pode vir da homeopatia
Muitas pessoas buscam na homeopatia a fórmula para combater a intolerância e as alergias alimentares. Para os profissionais da área, essa é uma saída. A farmacêutica e professora da Emescam Adriana dos Santos Costa explica que a homeopatia pode fortalecer o organismo.

“A filosofia da homeopatia não é tratar a doença, mas o indivíduo. Por isso, ela pode ajudar em qualquer situação, deixando a pessoa mais harmônica e com maior resistência”, defende a profissional.

A médica homeopata Ana Rita Vieira de Novaes também ressalta que a homeopatia pode ser usada tanto em casos de alergias quanto de intolerância alimentar. “Usamos a homeopatia em casos agudos. O efeito é rápido. Em processos crônicos pode demorar um pouco mais. Há um mito de que a homeopatia é um tratamento lento, o que não é verdade”, explica a médica.

A médica enfatiza que existe atendimento homeopático no Sistema Único de Saúde (SUS), mas muitas pessoas ainda não conhecem o serviço.